domingo, 3 de junho de 2012

Vinte


Três. Reis magos, patetas, Libertadores, tigres tristes. Um nome, três sílabas.

Junho. Pula fogueira, Iaiá! Santo Antônio, casamenteiro, namoradeiro. Dia dos casais, mês geminiano, início de tudo.

Branco. Cor das páginas seguintes. Pele. Bullying. Apelido. Marca.

Choro. Ao nascer, ao crescer, ao vencer. Uma queda, joelho ralado. Uma ascensão, cabeça raspada.

Leitura. Palavras ordenadas, que bagunçam a cabeça e se delineiam em textos. Horizonte, quem sabe?

Teimosia. Sabe quando a criança insiste nas notícias, enquanto o mundo inteiro procura animação?

Sonho. Eis um pequeno convicto. No começo, encantamento, fascínio. Depois, mais conhecimento, realidade. Mais fascinante ainda.

Jornalismo. Tatuagem, a cores, RGB. Não cabe em um monitor apenas, precisa ser do mundo. A serviço do mundo. Carreira, desejo, caminho, futuro.

Comida. Como sentir prazer sem sexo? Eis a resposta. Uma boa lasanha pode desbancar um orgasmo. Não, não pode... Mas ajuda a enganar.

Estudos. Dedicação, desde o tempo das notas azuis. Sem dinheiro, qual é o outro caminho? Com vontade, qual seria a outra consequência?

Universidade. Duas, uma. Lugar onde os meninos crescem, os alunos viram estudantes, os trabalhos de sala viram superproduções. Produção!

Blog. Hobby ou obra da vida? “Diarinho de menina” ou portifólio? Pequeno espaço ou grande vitrine? Definições a gosto.

Comunicação. Vida. Simples assim: imaginem alguém sem coração, um time sem torcida, sua mãe sem beijinho na testa, antes de dormir. Isso é o mundo dos que nada ouvem, nada veem, nada falam e o que é pior: nada pensam.

Família. Substantivo autoexplicativo.

Amizade. Segunda família. A casa na árvore, o videogame do vizinho, aquela escada da igreja, no primeiro beijo. Aquele abraço.

Amor. É prosa. Sexo, poesia. Se há maior demonstração de cuidado, e ela tem um nome... Amor de verdade não se nomeia, além da convenção mundial das quatro letras.

Trabalho. Não precisa ser castigo, além da epistemologia. Pode ser bom, quando o ambiente é cheio de sorrisos em forma de gente.

Diversão. Sorrisos em forma de gente, de músicas, de corpos, de letras. Solução pra mim!

Gratidão. O que separa o joio do trigo. O que fica, o que resta, por baixo de tantas roupas e poses. Muito obrigado!

Futuro. Aquilo que eu tô começando a escrever agora...


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Um comentário:

Thaís disse...

Como eu me orgulho de ti, rapaz. Agradeço por ter a chance de fazer parte tudo isso, da tua vida. Quero fazer parte sempre. Te amo. Feliz aniversário.